Quando se houve falar em crescimento, desenvolvimento é comum ouvir junto a palavra sustentável; desenvolvimento sustentável são palavras obrigatórias no cotidiano no mundo empresarial, JURÍDICO e social e etc.
No mundo jurídico, no começo do século 20 até a sua metade havia mais legislação tratando da virgindade feminina do que trato com meio ambiente. Porém nas mudanças naturais que ocorre na sociedade, as normas sobre o meio ambiente começou a ganhar mais importância, sendo alvo de muita discussão política.
Semana passada foi aprovado no congresso nacional nas suas duas casas o Novo Código Florestal, que vem entre os seus artigos cheios de permissividades muitas polêmicas com ar de retrocesso.
Devido a inúmeras permissividades e anistias dadas aos produtores rurais que desmatam o meio ambiente ao exercerem a suas atividades; Obviamente que o Brasil é economicamente dependente dos produtores rurais, mas também somos dependentes de um meio ambiente saudável e estável.
A natureza já demonstrou inúmeras vezes em forma de desastres que reage quando agredida e não respeitada, devido ao mal uso das mão humanas dos seus recursos sem se preocupar com a reposição, melhor dizendo sem se preocupar com sustentabilidade.
O novo código florestal representa um retrocesso ao extrativismo e um mal exemplo dado pelo Brasil em um cenário internacional, pois hoje o país conhecido mundialmente como o pulmão do mundo, por causa da floresta amazônica, demonstra que não é nada de diferente das outras nações que desmataram suas floresta por conta das riquezas da terra.
Todo mundo quer ganhar dinheiro, inclusive eu , porém não devemos esquecer das sustentabilidade. O crescimento sustentável não é mais papo de ecolochatos ou temaas que estão na moda e sim palavras de ordem.
Viver num mundo melhor, com qualidade de vida, deve ser levado em conta ao se produzir algo. Logo a única saída jurídica para não convivermos com um código florestal condescendente é o veto da nossa Presidente Dilma. Vamos torcer por isso então.
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